Aug
20

Rally Grupo B

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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Aug
20

CTM2000

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A CTM2000 é uma categoria do automobilismo brasileiro. Foi idealizada por iniciativa da empresa cearense Nordeste Sport Motor com sede em Fortaleza. A principal imfluência de estilo de campeonato e organização é a DTM alemã, que também serviu de base para a categoria argentina TC2000. No Brasil a CTM2000 pretende ser uma categoria de base, pelo seu baixo custo. No desenvolvimento do projeto da categoria e competição, a empresa fez uma mudança no nome acrescentando o subtítulo de Stock Nordeste, aludindo ao fato de ser uma categoria onde os carros, apesar de serem todos motando sem senhuma correlação com carros de montadoras, tem semelhanças com os carros da Stock Car Brasil, que faz uma correlação com os carros das grandes montadoras.

Aug
19

CTM2000

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A CTM2000 é uma categoria do automobilismo brasileiro. Foi idealizada por iniciativa da empresa cearense Nordeste Sport Motor com sede em Fortaleza. A principal imfluência de estilo de campeonato e organização é a DTM alemã, que também serviu de base para a categoria argentina TC2000. No Brasil a CTM2000 pretende ser uma categoria de base, pelo seu baixo custo. No desenvolvimento do projeto da categoria e competição, a empresa fez uma mudança no nome acrescentando o subtítulo de Stock Nordeste, aludindo ao fato de ser uma categoria onde os carros, apesar de serem todos motando sem senhuma correlação com carros de montadoras, tem semelhanças com os carros da Stock Car Brasil, que faz uma correlação com os carros das grandes montadoras.

Aug
19

CTM2000

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A CTM2000 é uma categoria do automobilismo brasileiro. Foi idealizada por iniciativa da empresa cearense Nordeste Sport Motor com sede em Fortaleza. A principal imfluência de estilo de campeonato e organização é a DTM alemã, que também serviu de base para a categoria argentina TC2000. No Brasil a CTM2000 pretende ser uma categoria de base, pelo seu baixo custo. No desenvolvimento do projeto da categoria e competição, a empresa fez uma mudança no nome acrescentando o subtítulo de Stock Nordeste, aludindo ao fato de ser uma categoria onde os carros, apesar de serem todos motando sem senhuma correlação com carros de montadoras, tem semelhanças com os carros da Stock Car Brasil, que faz uma correlação com os carros das grandes montadoras.

Aug
18

Lowrider

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Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Aug
17

Panzerfaust

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A Panzerfaust é uma arma alemã utilizada durante a segunda guerra mundial. Tinha o objetivo de servir como um destruidor de carros de combate e foi criada devido a grande falta de blindados na wehrmacht, sendo a solução para destruir carros de combate soviéticos e aliados em ambas as frentes de combate.

Apesar de ter sido uma boa arma anticarro não foi capaz de suplantar a enorme reserva de carros de combate aliados, dentre eles o aperfeiçoamento da blindagem e a quantidadade enorme de carros de combate inimigos.

Aug
17

Esquadrão

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Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

Aug
15

Museu do Brinquedo

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O Museu do Brinquedo está situado em Sintra, distrito de Lisboa, Portugal e tem uma bela colecção internacional de brinquedos.

Os brinquedos variam desde modelos de aviões, carros e comboios, incluíndo conjuntos Hornby de 1930, a batalhões de soldados de brincar, bonecas e casas de boneca, brinquedos de folha, e curiosos carros e soldados de corda.

Aug
13

Lowrider

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Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Aug
13

Rally Grupo B

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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Aug
12

De Lorean Motor Company

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De Lorean Motor Company (DMC) foi uma empresa automobilística irlandesa fundada por John De Lorean em 1975.
O De Lorean ficou mundialmente conhecido por ter sido usado no filme Back to the Future (br: De volta para o futuro — pt: Regresso ao futuro) de 1985, dos diretores Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

Um número muito grande dos carros originais ainda estão nas ruas tendo sido passado 25 anos, a maioria das estimativas calcularam que cerca de 6,500 carros sobreviveram dos 9,000 produzidos. Há uma comunidade muito ativa hoje em dia em torno dos carros, com clubes e proprietários apaixonados pelos carros.

Há informações que a DMC pretende voltar a produzir os carros, que é muito raro hoje em dia para a compra.

Aug
12

Distância entre os eixos

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A distância entre os eixos é a distância entre os centros das rodas dianteira e traseira.
Geralmente, quanto maior a distância entre os eixos, maior será o conforto no interior do veículo. Isto explica o fato de carros maiores possuirem mais conforto e também mais espaço interno em relação aos carros menores.

Aug
10

De Lorean Motor Company

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De Lorean Motor Company (DMC) foi uma empresa automobilística irlandesa fundada por John De Lorean em 1975.
O De Lorean ficou mundialmente conhecido por ter sido usado no filme Back to the Future (br: De volta para o futuro — pt: Regresso ao futuro) de 1985, dos diretores Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

Um número muito grande dos carros originais ainda estão nas ruas tendo sido passado 25 anos, a maioria das estimativas calcularam que cerca de 6,500 carros sobreviveram dos 9,000 produzidos. Há uma comunidade muito ativa hoje em dia em torno dos carros, com clubes e proprietários apaixonados pelos carros.

Há informações que a DMC pretende voltar a produzir os carros, que é muito raro hoje em dia para a compra.

Aug
06

Rally Grupo B

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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Aug
02

Rally Grupo B

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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.